UM TEATRO "NÃO ESPETACULAR":
PARA ALÉM DA CATARSE COLONIAL
Palabras clave:
Poética, Aristóteles, Augusto Boal, Teatro-fórum, CuringaResumen
Neste ensaio, pretende-se abordar o teatro “não espetacular” de Augusto Boal, compreendendo-o como uma potente forma de superação da catarse do teatro aristotélico, entendido por nós como um teatro colonial, já que, até hoje, a poética de Aristóteles é a base de um modo de produção de cinema e televisão comprometido com um modelo de colonização estética. Assim, partiremos da crítica boalina à poética aristotélica, para, então, compreender como a estética do Teatro do Oprimido se constitui ainda como uma poderosa ferramenta para a gestação de novas estéticas, provenientes dos espaços limítrofes nos quais as pessoas que antes eram espectadoras passivas assumem sua teatralidade, construindo realidade e questionando a relação das verdades prontas, das quais antes eram apenas receptoras.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2021 Estudos Teológicos

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial 4.0.
Política de Acesso Livre
A Revista Estudos Teológicos é de acesso livre, o que significa que todo o conteúdo está disponível gratuitamente, sem custos para o usuário ou sua instituição. Os leitores podem ler, baixar, copiar, distribuir, imprimir e compartilhar os links para os textos completos dos artigos, desde que com a devida atribuição de autoria e fonte original, conforme a licença abaixo.
LICENÇA CREATIVE COMMONS
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial 4.0 Internacional (CC BY-NC 4.0).






