Dos corpos a Amazônia
ecofeminismo e o anunciar de uma justiça climática a partir da articulação “Terra, Pão, Paz” na Amazônia (COP 30)
Palabras clave:
Ecofeminismo. Justiça Socioambiental. “Terra, Pão e Paz”. COP 30.Resumen
Este artigo propõe uma análise do Ecofeminismo e da Teologia Ecofeminista como quadros teóricos e práticos essenciais para a construção da Justiça Socioambiental na Amazônia, região em destaque devido à realização iminente da COP30. O estudo é ancorado
nos eixos “Terra, Pão e Paz” (IX Congresso Latino-Americano de Gênero e Religião), que evidenciam o entrelaçamento intrínseco entre a justiça ecológica e a justiça de gênero. O problema central investiga como o Ecofeminismo pode articular a denúncia da violência
extrativista contra a Terra e os corpos femininos com o anúncio simultâneo de alternativas de cuidado, solidariedade e resistência em um cenário de crise climática. Para tanto, o objetivo é analisar as contribuições teórico-práticas sob esse prisma, criticando a dominação patriarcal e capitalista, examinando os eixos “Terra, Pão e Paz” como categorias de luta por dignidade e sublinhando a urgência de escutar as vozes de mulheres e comunidades tradicionais na busca pela Justiça Climática. A metodologia é de natureza bibliográfica e analítica, utilizando a Teologia Ecofeminista como prisma principal e revisando a literatura sobre a opressão dupla (gênero/natureza) e a ética do cuidado. As principais hipóteses do trabalho afirmam a ligação sistêmica entre a violência contra a Terra e as mulheres Opressão Dupla), a eficácia dos eixos como categorias de justiça distributiva e a crucialidade da mediação ecofeminista para a incorporação dos saberes tradicionais nas soluções sustentáveis para a crise climática.
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Derechos de autor 2026 Coisas do gênero: Revista de estudos feministas em teologia e religião

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