Edições anteriores

  • Gênero e fundamentalismos na América Latina: Narrativas, processos e incidências
    v. 8 n. 1

    Apresentamos o volume 8, número 1 da Revista Coisas do Gênero: Gênero e fundamentalismos na América Latina: Narrativas, processos e incidências. Esta edição é uma parceria entre o Núcleo de Pesquisa de Gênero, da Faculdades EST/Brasil (Edla Eggert, Ezequiel Hanke, Sabrina Senger), e o Departamento Ecuménico de Investigaciones – DEI, da Costa Rica (Cristian Castro, Karoline Mora, Silvia Regina de Lima Silva).

  • Capa: SUZANA CRISTINA WITT

    Economia Solidária, Gestão Democrática, Justiça de Gênero
    v. 7 n. 2 (2021)

    O Dossiê Economia Solidária, Gestão Democrática, Justiça de Gênero  contempla artigos, relatos de experiência e resenhas de livro no campo da economia solidária e gestão democrática em interface com justiça de gênero, com objetivo de contribuir no aprimoramento de pesquisas, fortalecimento de processos democráticos e produções de vivências coletivas, elaborados por pesquisadoras e pesquisadores de diferentes áreas do conhecimento, profissionais e lideranças comunitárias. Objetiva 
    dar visibilidade a experiências de resistências na economia solidária a nível material, simbólico e espiritual, bem como iniciativas produzidas por meio de redes de solidariedade em territórios rurais e urbanos, em situação de vulnerabilidade social e especialmente liderada por mulheres.

    Na América Latina as redes de solidariedade territoriais vêm se destacando em ações coordenadas, sobre outras formas possíveis de produzir e viver, que dialogam com a economia solidária, agroecologia, soberania alimentar, reciclagem de materiais, etc. A Economia Popular Solidária integrou o VII Congresso Latino-Americano de Gênero e Religião, organizado pelo Programa de Gênero e Religião (PGR) e pelo Núcleo de Pesquisa de Gênero (NPG), contando com a parceria da Rede de Comércio Justo e Solidário, Fundação Luterana de Diaconia e de outras organizações da sociedade civil, núcleos de pesquisa e movimentos sociais. Organizadoras: Dra. Angelique Van Zeeland, Ma. Waneska Bonfim,Dra. Renate Gierus e  Dra. Marli Brun.

  • Direitos Humanos, Movimentos Feministas e Religião: avanços sociais e jurídicos dos direitos das mulheres
    v. 7 n. 1 (2021)

    O Dossiê “Direitos Humanos, Movimentos Feministas e Religião: avanços sociais e jurídicos dos direitos das mulheres” é um espaço onde são lançadas muitas vozes, de vários “lugares de fala”, para se “dizer o que cala” pela ideologia patriarcal que se transmuta em sexismo, misoginia, nos mais variados tipos de violências, bem como na invisibilidade e subcidadania das mulheres.

  • PANDEMIA E GÊNERO: COTIDIANO E ESPIRITUALIDADE
    v. 6 n. 2 (2020)

    O mundo foi surpreendido, em etapas relativamente rápidas, pela pandemia de Covid-19 que trouxe mudanças bruscas na cotidianidade e na vivência espiritual. Passamos por momentos de tensão e preocupação, com expectativas frustradas de retorno e adaptação forçada a novas formas de comunicação. Ao longo dos meses de distanciamento social, nos habituamos a encarar realidades duras como a contagem diária dos contágios e das vítimas de morte de Covid-19, o grande número de pessoas atingidas pelas crises econômica e imigratória, a falta de vagas nas UTIs, índice crescente de violência doméstica, o medo do contágio. Também nos habituamos a um “novo normal”. A vida precisou pausar, observar, recolher e mudar o ritmo, incluir tarefas domésticas e trabalho simultaneamente. E o “novo normal” indicava para ações possivelmente permanentes como o uso de máscara de proteção, reforço na higiene no contato com o espaço público, a criatividade da
    convivência e dos momentos de lazer à distância, a legalização do “home office”, e a ampliação da produtividade e do consumo remoto. Por outro lado, experimentamos um tempo em que a vida tinha um limite invisível, o medo paralisou, as doenças psíquicas se acentuaram. Todas essas etapas foram acompanhadas de mudanças na forma de viver o espiritual, que pode ter sido de várias formas desde um mergulho maior em si a um afastamento da espiritualidade comunitária, desde a instrumentalização para vencer o stress até o deixar isso de lado. Queremos refletir, neste dossiê, em algumas questões: qual o impacto da pandemia na vida e na espiritualidade de mulheres? Quais as desigualdades de gênero, as vulnerabilidades e violências que foram aprofundadas? Que formatos de espiritualidade foram desenvolvidos ousados por mulheres para dar conta dessas
    questões? 

  • ECOFEMINISMO(S), TEOLOGIAS E TERRITÓRIOS
    v. 6 n. 1 (2020)

    Desde a década de 1970, quando surge o termo ecofeminismo, discute-se a relação entre duas bases que estruturam a sociedade atual: o patriarcado e o capitalismo. Entendendo que as mulheres são as maiores vítimas da violência da degradação ambiental, os movimentos ecofeministas são aqueles cujas ações articulam, em uma perspectiva sistêmica, a busca por direitos iguais para mulheres e homens e por sustentabilidade e a defesa do meio-ambiente. Tais movimentos propõem o fim da cultura patriarcal capitalista e a valorização da vida de todos os seres, ou seja, um novo sistema relacional entre a humanidade e entre ela e a natureza.

    A reflexão teológica a esse respeito está associada à teologia ecofeminista. Esta envolve tanto o desenvolvimento conceitual sobre a relação das religiões patriarcais e seus sistemas simbólicos com a evolução patriarcal e capitalista, como a proposta de ações e discursos para desenvolver espiritualidades engajadas na busca dessas novas relações.

    Diante disso, a proposta dessa edição do Dossiê Coisas do Gênero é reunir e divulgar pesquisas que envolvam o ecofeminismo nas diversas áreas do conhecimento, sua história, suas epistemologias, relações comunitárias, ações públicas, mobilizações populares, relatos de experiência. Por isso, reunirá, em uma perspectiva inter e transdisciplinar, estudos que abordem os temas “Ecofeminismo(s), teologias e territórios” em suas transversalidades. Contemplará trabalhos que dialoguem com o ecofeminismo: gênero, sexualidade, teologia, religião, política, feminismos; raça, etnias, territórios, classe e deficiência.

  • FEMINICÍDIO E RELIGIÃO
    v. 5 n. 2 (2019)

    Em tempo de aprofundamento de todas formas de violência de gênero, justificadas pelo fundamentalismo religioso, o Dossiê Coisas do Gênero reunirá estudos que abordem o tema “Feminicídio e Religião”, construídos em diálogo com a Teologia, Ciências da Religião e demais áreas do conhecimento. Contempla trabalhos com a perspectiva inter e transdisciplinar, que dialoguem com gênero, teologia, feminismo, religião, sexualidade, ecologia; raça, etnias, classe e deficiência possibilitando a reflexão, incentivo à denúncia e a ressignificação de paradigmas que produzem e justificam a morte de mulheres.

    Pergunta-se: Qual a relação entre o aumento dos casos de feminicídios e a ampliação fundamentalismo religiosos na América Latina? Como as diferentes áreas do conhecimento podem contribuir na prevenção e enfrentamento da violência de gênero contra as mulheres? Aportes legais têm contribuído na prevenção da violência contra as mulheres e na criminalização do feminicídio? Que tipo de experiências, metodologias tem surgido para dialogar com a sociedade e prevenir a violência contra as mulheres? A espiritualidade pode ajudar na prevenção e enfrentamento à violência? Como contribuir para que o feminicídio seja uma categoria teológica e política (além de jurídica) de criminalização da violência contra mulheres cisgênero e transgênero? Como a violência de gênero, em específico, em sua manifestação extrema (feminicídio) afeta as crianças e adolescentes? Que sinais de esperança construímos cotidianamente?

  • "BELA, RECATADA E DO LAR": RELAÇÕES E ESTÉTICAS DE GÊNERO NA POLÍTICA E NA RELIGIÃO
    v. 5 n. 1 (2019)

    A presente edição contempla reflexões apresentadas no VI Congresso Internacional da Faculdades EST, no Simpósio Temático “‘Bela, recatada e do lar’: Relações e estéticas de gênero na política e na religião”, organizado pelo Núcleo de Pesquisa de Gênero e Programa de Gênero e Religião. 

  • A PERTINÊNCIA SOCIOPOLÍTICA DAS TEOLOGIAS FEMINISTAS LATINO-AMERICANAS DE HOJE
    v. 4 n. 2 (2018)

    Para esta edição do periódico Coisas do Gênero, o Núcleo de Pesquisa de Gênero e o Programa de Gênero e Religião das Faculdades EST convidaram a Rede TEPALI (Teólogas, Pastoras, Ativistas e Lideranças Cristãs). Essa parceria tem como objetivo divulgar a existência da rede e a produção teológica de companheiras ligadas a ela.

  • GÊNERO, FEMINISMOS E DIVERSIDADE NO MESTRADO PROFISSIONAL EM TEOLOGIA
    v. 4 n. 1 (2018)

    Nesta edição abrimos espaço para a divulgação das pesquisas realizadas com muita dedicação e compromisso por profissionais que aceitaram o convite para aprofundar as temáticas propostas pela linha de atuação Gênero, Feminismos e Diversidade, do Mestrado Profissional em Teologia da Faculdades EST. Em seu conjunto, as pesquisas e os artigos que compõem o Dossiê revelam justamente o que se propõe a linha de atuação e os rumos do feminismo contemporâneo: perspectivas plurais em termos de temática, conteúdo e método, cujo elemento mais explicitamente comum é a valorização e incorporação das experiências das pesquisadoras e do pesquisador, seja em âmbito pessoal ou de atuação política e profissional.

  • MULHERES NO MOVIMENTO DA REFORMA
    v. 3 n. 2 (2017)

    O segundo número do Periódico Coisas do Gênero de 2017 se insere dentro das comemorações dos 500 anos da Reforma Protestante na Faculdades EST e apresenta como tema principal o papel das mulheres na Reforma, buscando resgatar suas histórias e suas contribuições teológicas.

  • PROJETO ACERVO ENID BACKES – CONHECIMENTO É PODER!
    v. 3 n. 1 (2017)

    Esta edição da Revista Coisas do Gênero é uma parceria do Programa de Gênero e Religião da Faculdades EST com o Coletivo Feminino Plural através do projeto Acervo Enid Backes – Conhecimento é Poder!.meu ip Assim, esta edição é resultado da produção intelectual de mulheres que escreveram o projeto, captaram recurso, implementaram o projeto, articularam parcerias com universidades e faculdades, produziram textos e apresentaram em Workshop na Faculdades EST em abril de 2017. De diversas áreas de estudos e várias universidades do Rio Grande do Sul, essas autoras nos provocam e comunicam seus saberes acerca do empoderamento político de mulheres. 

  • EDUCAÇÃO E NARRATIVAS (AUTO)BIOGRÁFICAS
    v. 2 n. 2 (2016)

    A produção das histórias de vida no âmbito da teologia latino-americana tem se pautado por meio da educação popular, que se traduz com a pesquisa participante, sua maior parceira epistemológica. Além desse rico aporte teórico e metodológico, outros que sempre estiveram misturados a esse compõem cada vez mais densidade. Esse é o caso das pesquisas (auto)biográficas. E é nesse recorte que produzimos esse dossiê. O método (auto)biográfico entra em cena para aprofundar o diálogo entre experiências e produção teológica.

  • POLÍTICA E PODER
    v. 2 n. 1 (2016)

    No Brasil todo, vive-se a beira de uma queda do processo democrático, onde, quem corre risco em seus direitos, são as mulheres, as e os negros, as e os indígenas e a comunidade LGBT. Refletindo o contexto político e social, o periódico Coisas do Gênero, no seu segundo volume, traz reflexões sobre Poder, Política, Gênero e Religião.

  • TEOLOGIA E SEXUALIDADE, SAÚDE REPRODUTIVA E DIREITOS
    v. 1 n. 2 (2015)

    O segundo número da Revista Coisas do Gênero está inserido num conjunto de produções resultantes do IV Congresso Latino-Americano de Gênero e Religião, com dias de intensa convivência, articulação, produção e compartilhamento de conhecimentos. De modo específico, o vol. 1, n. 2 da Revista Coisas do Gênero reúne textos apresentados no Grupo de Trabalho 9 e daí vem a proposta temática: Teologia e sexualidade, saúde reprodutiva e direitos – assunto em pauta em diversos âmbitos e com impacto decisivo na vida de diversos grupos sociais.

  • DOSSIÊ: 25 ANOS DE TEOLOGIA FEMINISTA NA FACULDADES EST
    v. 1 n. 1 (2015)

    Celebra os 25 anos da criação da Cátedra de Teologia Feminista, a qual foi antecedida pelo ingresso de mulheres ao estudo na Faculdade de Teologia, sua organização e suas reivindicações e a constituição da Comissão Pró-Teóloga, a partir do diálogo entre o Centro Acadêmico e a direção da instituição.