Edições anteriores

  • POLÍTICA E PODER
    v. 2 n. 1 (2016)

  • PANDEMIA E GÊNERO: COTIDIANO E ESPIRITUALIDADE
    v. 6 n. 2 (2020)

    O mundo foi surpreendido, em etapas relativamente rápidas, pela pandemia de Covid-19 que trouxe mudanças bruscas na cotidianidade e na vivência espiritual. Passamos por momentos de tensão e preocupação, com expectativas frustradas de retorno e adaptação forçada a novas formas de comunicação. Ao longo dos meses de distanciamento social, nos habituamos a encarar realidades duras como a contagem diária dos contágios e das vítimas de morte de Covid-19, o grande número de pessoas atingidas pelas crises econômica e imigratória, a falta de vagas nas UTIs, índice crescente de violência doméstica, o medo do contágio. Também nos habituamos a um “novo normal”. A vida precisou pausar, observar, recolher e mudar o ritmo, incluir tarefas domésticas e trabalho simultaneamente. E o “novo normal” indicava para ações possivelmente permanentes como o uso de máscara de proteção, reforço na higiene no contato com o espaço público, a criatividade da
    convivência e dos momentos de lazer à distância, a legalização do “home office”, e a ampliação da produtividade e do consumo remoto. Por outro lado, experimentamos um tempo em que a vida tinha um limite invisível, o medo paralisou, as doenças psíquicas se acentuaram. Todas essas etapas foram acompanhadas de mudanças na forma de viver o espiritual, que pode ter sido de várias formas desde um mergulho maior em si a um afastamento da espiritualidade comunitária, desde a instrumentalização para vencer o stress até o deixar isso de lado. Queremos refletir, neste dossiê, em algumas questões: qual o impacto da pandemia na vida e na espiritualidade de mulheres? Quais as desigualdades de gênero, as vulnerabilidades e violências que foram aprofundadas? Que formatos de espiritualidade foram desenvolvidos ousados por mulheres para dar conta dessas
    questões? 

  • FEMINICÍDIO E RELIGIÃO
    v. 5 n. 2 (2019)

    Em tempo de aprofundamento de todas formas de violência de gênero, justificadas pelo fundamentalismo religioso, o Dossiê Coisas do Gênero reunirá estudos que abordem o tema “Feminicídio e Religião”, construídos em diálogo com a Teologia, Ciências da Religião e demais áreas do conhecimento. Contempla trabalhos com a perspectiva inter e transdisciplinar, que dialoguem com gênero, teologia, feminismo, religião, sexualidade, ecologia; raça, etnias, classe e deficiência possibilitando a reflexão, incentivo à denúncia e a ressignificação de paradigmas que produzem e justificam a morte de mulheres.

    Pergunta-se: Qual a relação entre o aumento dos casos de feminicídios e a ampliação fundamentalismo religiosos na América Latina? Como as diferentes áreas do conhecimento podem contribuir na prevenção e enfrentamento da violência de gênero contra as mulheres? Aportes legais têm contribuído na prevenção da violência contra as mulheres e na criminalização do feminicídio? Que tipo de experiências, metodologias tem surgido para dialogar com a sociedade e prevenir a violência contra as mulheres? A espiritualidade pode ajudar na prevenção e enfrentamento à violência? Como contribuir para que o feminicídio seja uma categoria teológica e política (além de jurídica) de criminalização da violência contra mulheres cisgênero e transgênero? Como a violência de gênero, em específico, em sua manifestação extrema (feminicídio) afeta as crianças e adolescentes? Que sinais de esperança construímos cotidianamente?

  • DOSSIÊ: 25 ANOS DE TEOLOGIA FEMINISTA NA FACULDADES EST
    v. 1 n. 1 (2015)

    Celebra os 25 anos da criação da Cátedra de Teologia Feminista, a qual foi antecedida pelo ingresso de mulheres ao estudo na Faculdade de Teologia, sua organização e suas reivindicações e a constituição da Comissão Pró-Teóloga, a partir do diálogo entre o Centro Acadêmico e a direção da instituição.

  • ECOFEMINISMO(S), TEOLOGIAS E TERRITÓRIOS
    v. 6 n. 1 (2020)

    Desde a década de 1970, quando surge o termo ecofeminismo, discute-se a relação entre duas bases que estruturam a sociedade atual: o patriarcado e o capitalismo. Entendendo que as mulheres são as maiores vítimas da violência da degradação ambiental, os movimentos ecofeministas são aqueles cujas ações articulam, em uma perspectiva sistêmica, a busca por direitos iguais para mulheres e homens e por sustentabilidade e a defesa do meio-ambiente. Tais movimentos propõem o fim da cultura patriarcal capitalista e a valorização da vida de todos os seres, ou seja, um novo sistema relacional entre a humanidade e entre ela e a natureza.

    A reflexão teológica a esse respeito está associada à teologia ecofeminista. Esta envolve tanto o desenvolvimento conceitual sobre a relação das religiões patriarcais e seus sistemas simbólicos com a evolução patriarcal e capitalista, como a proposta de ações e discursos para desenvolver espiritualidades engajadas na busca dessas novas relações.

    Diante disso, a proposta dessa edição do Dossiê Coisas do Gênero é reunir e divulgar pesquisas que envolvam o ecofeminismo nas diversas áreas do conhecimento, sua história, suas epistemologias, relações comunitárias, ações públicas, mobilizações populares, relatos de experiência. Por isso, reunirá, em uma perspectiva inter e transdisciplinar, estudos que abordem os temas “Ecofeminismo(s), teologias e territórios” em suas transversalidades. Contemplará trabalhos que dialoguem com o ecofeminismo: gênero, sexualidade, teologia, religião, política, feminismos; raça, etnias, territórios, classe e deficiência.

  • PROJETO ACERVO ENID BACKES – CONHECIMENTO É PODER!
    v. 3 n. 1 (2017)

    PROJETO ACERVO ENID BACKES – CONHECIMENTO É PODER!meu ip

  • "BELA, RECATADA E DO LAR": RELAÇÕES E ESTÉTICAS DE GÊNERO NA POLÍTICA E NA RELIGIÃO
    v. 5 n. 1 (2019)

    Dossiê: Textos apresentados no VI Congresso Internacional da Faculdades EST