https://revistas.est.edu.br/correlatio/issue/feedCorrelatio – Revista de Religião & Cultura2026-02-18T15:26:57-03:00Fábio Henrique Abreu[email protected]Open Journal Systems<div class="line"> <div class="line">A <em>Correlatio – Revista de Religião & Cultura</em> é um periódico dedicado ao estudo das relações entre religião e cultura, em diálogo com o pensamento de Paul Tillich e apoiado em abordagens metodológicas oriundas das ciências humanas – especialmente da filosofia, da teologia, da psicologia, da antropologia, da sociologia, dos estudos literários e das artes. Seu propósito é fomentar hermenêuticas do fenômeno religioso em suas múltiplas interfaces.</div> <div class="line"> </div> <div class="line">Publicada semestralmente pelo Programa de Pós-Graduação em Teologia da Faculdades EST, em formato exclusivamente digital, e em colaboração com a Associação Paul Tillich do Brasil, a Correlatio mantém-se aberta a pesquisadoras e pesquisadores interessados em seu eixo temático. A revista adota o regime de fluxo contínuo, não havendo prazo final para a submissão de artigos científicos ou resenhas críticas, que devem ser encaminhados pelo sistema online.</div> <div class="line"> </div> <div class="line">Os manuscritos submetidos à <em>Correlatio</em> passam por avaliação por pares em regime duplo-cego, baseada em dois princípios: a identidade de autores e pareceristas permanece sigilosa, e a análise e decisão editorial são conduzidas por dois avaliadores externos.</div> <div class="line"><br /><br />Os textos devem ser enviados pelo sistema online:</div> <div class="line"> </div> <div class="line">https://revistas.est.edu.br/correlatio.</div> <div class="line"><br /><strong><strong>Os artigos devem ser submetidos mediante cadastro prévio no portal.</strong></strong></div> <div class="line"> <p><strong>ISSN 1677-2644 (eletrônico)<br /><br /></strong></p> <p><strong>Contato Institucional</strong></p> <p><em>Correlatio – Revista de Religião & Cultura</em><br />Prof. Dr. Fábio Henrique Abreu<br />Editor-chefe da Correlatio e Secretário da Associação Paul Tillich do Brasil<br />Universität Wien, Áustria<br />E-mail: <a title="Enviar e-mail" href="https://revistas.est.edu.br/correlatio/management/settings/context#contact">[email protected]</a></p> </div> </div>https://revistas.est.edu.br/correlatio/article/view/4338Conversa com os editores2026-02-17T15:17:38-03:00Etienne Alfred Higuet[email protected]Carneiro Marcelo[email protected]<p>Editorial do volume 22, número 1 (2023) da Revista Correlatio.</p>2026-02-18T00:00:00-03:00Copyright (c) 2023 https://revistas.est.edu.br/correlatio/article/view/4339O pensamento fronteiriço de Paul Tillich e a sua contribuição para uma transteologia2026-02-17T15:43:31-03:00Carlos Alberto Motta Cunha[email protected]<p>No pensamento sistêmico de hoje, com a consciência de que tudo está relacionado e conectado, a fronteira amplia o seu sentido de forma positiva como um entre-lugares. Assim espaços fronteiriços se alargam possibilitando diálogos e encontros entre povos, culturas, religiões e saberes. Neste contexto, o prefixo “trans” ganhou múltiplos significados a depender do termo associado: “além de”, “para além de”, “o outro lado” ou “o lado oposto”. É o caso de: transmoderno, transhumano, transgênero, transdisciplinar, transreligioso e outras possibilidades. A teologia também é impactada por tal processo e pensada para além do seu próprio espaço e de suas categorias inerentes. Fala-se de transteologia. O que é e como se faz transteologia? O objetivo deste artigo consiste em responder de forma inconclusa essas perguntas recorrendo ao diálogo com o pensamento fronteiriço do teólogo alemão Paul Johannes Oskar Tillich (1886-1965), conhecido como “teólogo da fronteira”. As correlações sugeridas por Tillich, no dinamismo do entre-lugares, possibilitam diálogos diversos capazes de ampliar um novo jeito de ver e fazer teologia na atualidade. Elas são fonte de inspiração para uma transteologia disposta a rever, ressignificar e refazer as suas próprias categorias para além das religiões e a serviço do planeta e da humanidade.</p>2026-02-18T00:00:00-03:00Copyright (c) 2023 https://revistas.est.edu.br/correlatio/article/view/4341Paul Tillich e o Socialismo Religioso: Fundamentos e Desenvolvimento do Socialismo no Pensamento de Tillich2026-02-17T16:58:06-03:00Pablo Fernando Dumer[email protected]<p>O artigo trata do desenvolvimento do tema do socialismo religioso em Paul Tillich. Esse desenvolvimento tem início em 1919, após a Primeira Guerra Mundial, mas é consequência da experiência dos horrores da mesma e da morte, para Tillich, da modernidade do século XIX. O artigo se divide em quatro seções. A primeira que trata do contexto da República de Weimar. A seguinte sobre os primeiros escritos do socialismo religioso de Tillich. A terceira seção aborda os conceitos de kairós e demônico. Por último, o desenvolvimento do tema posterior à emigração de Tillich aos Estados Unidos da América. O artigo destaca que a reflexão de Tillich a respeito do socialismo e do capitalismo tem um caráter cultural e religioso.</p>2026-02-18T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 https://revistas.est.edu.br/correlatio/article/view/4342Hermenêutica fenomenológica das imagens em Paul Tillich e Paul Ricoeur2026-02-17T17:11:06-03:00Etienne Alfred Higuet[email protected]<p>Este artigo compara a hermenêutica das imagens linguísticas e visuais em Paul Tillich e Paul Ricoeur. Em ambos os casos, a hermenêutica recorre à fenomenologia, totalmente em Ricoeur e parcialmente em Tillich, que incorpora elementos de fenomenologia a uma concepção neo-kantiana do simbolismo. Focando-me nas dimensões metafórica, simbólica e mítica, uso as ideias de ambos os autores para analisar a “Última Ceia”, quadro pintado por Manoel da Costa Ataíde, um mestre do barroco colonial brasileiro.</p>2026-02-18T00:00:00-03:00Copyright (c) 2023 https://revistas.est.edu.br/correlatio/article/view/4344Heteronomia e a queda do fundamento da verdade na Pós-Modernidade ao se pensar religião e política2026-02-17T17:20:31-03:00Ivanilton Aragão de Moura[email protected]<p>Tillich define heteronomia como uma lei externa às funções da razão, tentando determinar a partir de fora como a razão deveria apreender e configurar a realidade, ainda que se ressalte que esse “fora” representa ao mesmo tempo um elemento da própria razão em sua profundidade. O que este artigo pretende é, partindo do conceito de heteronomia aqui exposto, analisar algumas questões que envolvem a relação entre religião, verdade e política com o advento da pós-modernidade, tendo em vista o consenso de alguns autores em pensar o marco pós-moderno como algo estabelecido em Nietzsche, especificamente no momento em que o filósofo enxergou o auge da autonomia, concretizado na morte de Deus, anunciando a mudança de paradigma do divino, do absoluto e da verdade. Após a introdução do que se entende por razão, autonomia, heteronomia e teonomia em Tillich, num primeiro momento, o trabalho buscará reconstituir o contexto filosófico em que se dá a morte de Deus em Nietzsche, com a menção a Heidegger quando reflete sobre a queda da metafísica, abrindo caminho para a compreensão do conceito de Pensamento Fraco em Vattimo, exposto no segundo momento. No terceiro tópico, a Hermenêutica Radical de Caputo será examinada, considerando rapidamente a influência da ideia de desconstrução em sua elaboração. Por fim, temos algumas questões e comentários sobre o modo problemático como a religião e a política se relacionam atualmente, enfatizando a argumentação que defende a relevância da leitura feita pelos autores mencionados para uma reflexão filosófica da religião na pós-modernidade, considerando toda a complexidade do fenômeno religioso em sua atual apropriação política.</p>2026-02-18T00:00:00-03:00Copyright (c) 2023 https://revistas.est.edu.br/correlatio/article/view/4345Entre concepções do ser e do nada: o diálogo de Paul Tillich com o budismo2026-02-17T17:28:48-03:00David de Andrade Rosendo[email protected]<p>O presente trabalho trata da visão de Paul Tillich sobre o budismo Mahāyāna praticado no Japão, a partir de seus diálogos com líderes budistas das vertentes Zen e Terra Pura (ou Amidismo). Através da descrição dialética de tensões polares internas a cada tipo de religião, Tillich examina as principais diferenças entre o cristianismo e o budismo no que diz respeito aos seus elementos predominantes do sagrado, símbolos teológicos e princípios ontológicos. Com base numa breve exposição da tipologia da religião de Hegel e de alguns dos problemas da sua interpretação do budismo, o trabalho busca apontar, por um lado, as vantagens e o potencial da tipologia e da hermenêutica de Tillich para o diálogo inter-religioso; por outro, a dificuldade em estabelecer um diálogo mais proveitoso com seus interlocutores no Japão, bem como a própria natureza de sua abordagem e sua observação do budismo, levam o autor a reforçar alguns preconceitos que se lhe associaram no ocidente.</p>2026-02-18T00:00:00-03:00Copyright (c) 2023 https://revistas.est.edu.br/correlatio/article/view/4346O fundamentalismo cristão que apavora e manipula o universo de X-Men: Deus ama, o homem mata2026-02-17T17:33:36-03:00Wellington Nascimento Alves[email protected]Nataniel dos Santos Gomes[email protected]Leonardo Gonçalves de Alvarenga[email protected]<p>As histórias em quadrinhos por muito tempo foram tidas como uma produção textual para os que não possuíam uma capacidade interpretativa aguçada. Pautando-se no objeto, a graphic novel <em data-start="1424" data-end="1455">X-Men: Deus ama, o homem mata</em>, escrita por Claremont e desenhada por Anderson, o foco analítico é o fundamentalismo cristão incluso na narrativa do quadrinho, recortando a produção no contexto norte-americano na década de 1980. Com o aporte dos estudos da linguagem dos quadrinhos e, com sua composição pautada no imagético e no verbal, observe-se o diálogo com as temáticas sociais, históricas, políticas e religiosas, analisamos as características e a problemática que envolve a interpretação literal dos textos bíblicos. Com o auxílio da teologia tillichiana, investigamos a atitude avessa do reverendo Stryker à modernidade e como isso o surgimento de novas visões e sua atitude demoníaca contra a pluralidade das cosmovisões.</p>2026-02-18T00:00:00-03:00Copyright (c) 2023 https://revistas.est.edu.br/correlatio/article/view/4347A hermenêutica dos símbolos e a simbólica do mal: mancha, pecado e culpabilidade, segundo Paul Ricoeur2026-02-17T17:40:27-03:00Gerson Leite de Moraes[email protected]<p>A chamada hermenêutica dos símbolos de Paul Ricoeur pode ser encontrada nas obras <em data-start="805" data-end="827">La Symbolique du Mal</em> (1960), <em data-start="836" data-end="874">De l’Interprétation: Essai sur Freud</em> (1965) e <em data-start="884" data-end="916">Le Conflit des Interprétations</em> (1969). As três obras marcam um avanço no pensamento ricoeuriano, pois abandona-se a preocupação abstrata da fenomenologia estrutural presente na obra do autor durante toda a década de 1950 do século passado. A partir deste momento o conceito de símbolo ganha uma dimensão significativa. Tal conceito é denso, rico e acima de tudo estimulante. Nas palavras de Paul Ricoeur, “o símbolo dá a pensar”. Pode-se afirmar com Ricoeur que há três dimensões – cósmica, onírica (psíquica) e poética – que se encontram presentes em todo símbolo autêntico; só em conexão com essas três funções do símbolo pode-se compreender o aspecto reflexivo dos símbolos, que envolvem os conceitos de mancha, desvio, extravio, desterro, peso de culpa etc. O propósito deste trabalho é apresentar a hermenêutica dos símbolos na obra de Paul Ricoeur e, na sequência, analisar os símbolos do mal a partir dos conceitos de mancha, pecado e culpabilidade, além de explorar as possibilidades de mitigação da presença do mal nas relações envolvendo os seres humanos e suas divindades. A riqueza cultural ocidental, construída ao longo de milênios e expressa nas vertentes grega e judaico-cristã, permite um cotejamento entre filosofia e teologia, respeitando as áreas de atuação das mesmas.</p>2026-02-18T00:00:00-03:00Copyright (c) 2023 https://revistas.est.edu.br/correlatio/article/view/4348Os símbolos religiosos de uma cultura originária brasileira e seu impacto na subjetividade contemporânea: uma investigação no Parque Arqueológico da Pedra do Sol2026-02-17T17:45:52-03:00Gustavo Henrique Villa Fernandes[email protected]João Victor Sant’Anna Silva[email protected]<p>Contemplar as produções dos povos originários pode despertar em nossas almas experiências do sagrado, que podem dar fundamentos para a construção de uma ontologia arcaica. As descobertas de Gustavo Villa (um dos autores do artigo) a respeito de construções megalíticas no parque “Pedra do Sol” e os sofisticados alinhamentos arqueoastronômicos destas estruturas e dos demais sítios da região destacam o refinamento dos conhecimentos desses povos. Faz-se necessário aprofundar os estudos acadêmicos do Parque da Pedra do Sol. Esse estudo pode levar mais pessoas a ter contato com essas produções e despertar hierofanias e ontologias arcaicas em suas vidas, aumentar nossos conhecimentos sobre os modos de vida dos povos originários, fortalecer representações sociais positivas desses povos e favorecer a expansão do turismo na região.</p>2026-02-18T00:00:00-03:00Copyright (c) 2023 https://revistas.est.edu.br/correlatio/article/view/4349A articulação entre a filosofia analítica e a filosofia continental através de Wittgenstein: filosofia da religião e linguagem2026-02-17T17:53:10-03:00Jungley de Oliveira Torres Neto[email protected]<p>O presente trabalho almeja articular a denominada filosofia analítica com a filosofia continental através do filósofo Ludwig Wittgenstein, cuja contribuição repercute na filosofia da religião pelo fio condutor da linguagem. Outrossim, analisar a contribuição do conceito de jogos de linguagem como instância situacional de mundo e de sentido do sujeito-situado, enquanto intérprete diante de sua experiência religiosa. Neste percurso, a linguagem será analisada como condição de possibilidade mediadora entre o ser humano e o sagrado, uma vez que através da linguagem o ser humano tem cultura, historicidade, tradição e, propriamente, religião. Em outros termos, a linguagem possibilita significação e sentido ao sujeito, possibilitando-o entendimento, interpretação, compreensão e experiência de mundo.</p>2026-02-18T00:00:00-03:00Copyright (c) 2023 https://revistas.est.edu.br/correlatio/article/view/4350O inferno são os outros: uma análise da peça Entre quatro paredes, de Jean-Paul Sartre2026-02-17T17:57:34-03:00Antonio Almeida Rodrigues da Silva[email protected]<p>O presente artigo objetiva discutir a ideia de Inferno na peça <em data-start="998" data-end="1020">Entre quatro paredes</em>, de Jean-Paul Sartre, publicada em 1944. O tecido do texto, embora revele alguns elementos bem presentes da tradição cristã, como, por exemplo, grelhas, funis, torturas, carrascos e fogo, é na aparição do Outro que o inferno verdadeiramente se constitui enquanto angústia para os três residentes do local, quais sejam: Joseph Garcin, Inês Serrano e Estelle Rigault.</p>2026-02-18T00:00:00-03:00Copyright (c) 2023 https://revistas.est.edu.br/correlatio/article/view/4353Notícias2026-02-17T18:18:53-03:00Etienne Alfred Higuet[email protected]2026-02-18T00:00:00-03:00Copyright (c) 2023