O fundamentalismo cristão que apavora e manipula o universo de X-Men: Deus ama, o homem mata

Autores

  • Wellington Nascimento Alves Professor de ensino público de Mato Grosso do Sul; Mestre em Letras; Pós-graduado em Metodologia de Ensino de Língua Portuguesa e Literatura.
  • Nataniel dos Santos Gomes Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul
  • Leonardo Gonçalves de Alvarenga PUC-SP / EHESS (Paris); Doutor em Ciência da Religião; Membro do Grupo de Pesquisa Paul Tillich e do Núcleo de Pesquisa em Quadrinhos – NuPeQ.

Palavras-chave:

Graphic Novel, X-Men, Fundamentalismo, Estados Unidos, Religião

Resumo

As histórias em quadrinhos por muito tempo foram tidas como uma produção textual para os que não possuíam uma capacidade interpretativa aguçada. Pautando-se no objeto, a graphic novel X-Men: Deus ama, o homem mata, escrita por Claremont e desenhada por Anderson, o foco analítico é o fundamentalismo cristão incluso na narrativa do quadrinho, recortando a produção no contexto norte-americano na década de 1980. Com o aporte dos estudos da linguagem dos quadrinhos e, com sua composição pautada no imagético e no verbal, observe-se o diálogo com as temáticas sociais, históricas, políticas e religiosas, analisamos as características e a problemática que envolve a interpretação literal dos textos bíblicos. Com o auxílio da teologia tillichiana, investigamos a atitude avessa do reverendo Stryker à modernidade e como isso o surgimento de novas visões e sua atitude demoníaca contra a pluralidade das cosmovisões.

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Publicado

2026-02-18