MULHERISMO AFRICANA, CICLICIDADE E SAGRADO FEMININO ANCESTRAL

UM RELATO DE EXPERIÊNCIA NO IX CONGRESSO LATINO-AMERICANO DE GÊNERO E RELIGIÃO DA FACULDADES EST

Autores

  • Tânia Marlise Sansone Rodrigues

Palavras-chave:

Mulherismo Africana, Sagrado Feminino Ancestral, Ciclicidade, Relato de Experiência, Espiritualidade Negra.

Resumo

Este relato de experiência descreve a minha participação no IX Congresso Latino-Americano de Gênero e Religião da Faculdades EST, com foco no GT 3 – Mulherismo Africana e Matrigestão: abordagens iniciais, reflexões e desafios, espaço em que a ciclicidade do Mulherismo Africana se fez presente. A vivência evidenciou o Sagrado Feminino Ancestral como prática comunitária, política e espiritual, contrapondo-se às formas de apropriação do Sagrado pelo sistema capitalista na chamada Nova Era. O estudo integrou experiências vividas por mulheres negras de diferentes países, revelando como a ancestralidade, a memória coletiva e a resistência constituem fundamentos para a espiritualidade e a construção de saberes emancipatórios.

Biografia do Autor

Tânia Marlise Sansone Rodrigues

Teóloga Ecofeminista e Pesquisadora Mulherista Africana, com foco na intersecção entre espiritualidade, ancestralidade e questões de gênero. Sacerdotisa do Sagrado Feminino Ancestral, atua como Mentora de mulheres, aplicando conceitos teológicos e filosóficos no empoderamento feminino. Complementa seu trabalho conduzindo performances de dança espiritual, como a cigana e oriental.

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Publicado

2025-12-18