Estudos Teológicos http://revistas.est.edu.br/index.php/ET <div id="journalDescription"> <p><strong>Estudos Teológicos </strong>é um periódico semestral do Programa de Pós-Graduação em Teologia da Faculdades EST publicada nos formatos impresso e eletrônico. A revista publica textos inéditos e revistos em português, espanhol, alemão e inglês de pesquisadores/as nacionais e estrangeiros/as na área de Teologia ou Ciências da Religião, eventualmente em interface com outras áreas do saber no âmbito das Ciências Humanas e Ciências Sociais Aplicadas, atuando como um canal de socialização do conhecimento teológico e de pesquisas que apresentem temas relevantes à teologia e à religião.</p> <p><strong>Qualis (2017-2020): A3</strong></p> <p><strong> ISSN 0101-3130 (impresso) ISSN 2237-6461 (eletrônico)</strong></p> </div> pt-BR estudosteologicos@est.edu.br (Estudos Teológicos) marcelo.saldanha@est.edu.br (Marcelo Saldanha) Thu, 13 Apr 2023 20:26:07 +0000 OJS 3.3.0.3 http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss 60 Expediente http://revistas.est.edu.br/index.php/ET/article/view/2247 Marcelo Ramos Saldanha Copyright (c) 2023 http://revistas.est.edu.br/index.php/ET/article/view/2247 Thu, 13 Apr 2023 00:00:00 +0000 Editorial http://revistas.est.edu.br/index.php/ET/article/view/2225 Marcelo Saldanha Saldanha, Silvestre Grzibowski, Janilce Silva Praseres Copyright (c) 2023 Estudos Teológicos http://revistas.est.edu.br/index.php/ET/article/view/2225 Thu, 13 Apr 2023 00:00:00 +0000 Uma nota sobre o metafísico na ontologia fenomenológica de Henry, com a demonstração de que há mais confluências das habitualmente reconhecidas entre fenomenologia radical e ética como uma ótica da filosofia primeira em Levinas http://revistas.est.edu.br/index.php/ET/article/view/2240 Miguel García-Baró Copyright (c) 2023 http://revistas.est.edu.br/index.php/ET/article/view/2240 Thu, 13 Apr 2023 00:00:00 +0000 Memórias de Michel Henry http://revistas.est.edu.br/index.php/ET/article/view/2241 Roland Vaschalde Copyright (c) 2023 http://revistas.est.edu.br/index.php/ET/article/view/2241 Thu, 13 Apr 2023 00:00:00 +0000 A mística como método http://revistas.est.edu.br/index.php/ET/article/view/2226 <p>Mergulhando nas profundezas da nossa imanência, recorremos à ajuda de um autor que é uma influência maior no pensamento de Michel Henry: Mestre Eckhart ou Eckhart von Hochheim, comumente conhecido como Meister Eckhart, um alemão teólogo, filósofo e místico da ordem dos frades dominicanos (Ordem dos Pregadores). Pertencente à designada mística renana (rio Reno na Alemanha), propunha uma leitura gnóstica do cristianismo que lhe custou um julgamento por heresia pelo papa João XXII. Nesta óptica, Cristo coincidiria conosco (Deus e o meu fundo coincidem). O nosso itinerário propõe-se seguir a via da mística como acesso à imanência ou o “fundo” da nossa alma, e Eckhart parece convidar-nos à consideração do ser, na sua essência, como algo invisível e inefável, uma crítica ao conhecimento racional tradicional que não seria mais do que um mostrar-se, um “ver”. Quanto mais se procura Deus, menos se encontra porque a perceção provoca um distanciamento entre sujeito e objeto, mais ainda, o conhecimento pela via da perceção torna-se num obstáculo porque o conhecimento objetivo encobre o verdadeiro conhecimento que é o conhecimento de Deus. A ideia de Vida absoluta henryana mostra que a nossa união com Deus só se torna possível por haver um “chão comum” – um estofo – e este fundo comum é a Vida, não em sentido abstrato, mas como a autoprova que cada um de nós faz dela, isto é, de si mesmo.</p> Ana Paula Rosendo Copyright (c) 2023 http://revistas.est.edu.br/index.php/ET/article/view/2226 Thu, 13 Apr 2023 00:00:00 +0000 Da barbárie do discurso do mundo à fenomenalidade da vida http://revistas.est.edu.br/index.php/ET/article/view/2227 <p class="ParagrafoET" style="text-indent: 0cm; line-height: normal;">A presente investigação visa debruçar-se sobre o caráter eminentemente <em>linguístico</em> da <em>fenomenalidade</em> <em>da vida</em> tendo como inspiração alguns escritos filosóficos do pensador francês Michel Henry. A escolha da temática não é fortuita, uma vez que o próprio autor admite que a linguagem não é apenas um dos temas recorrentes do pensamento no século XX, mas que em mais alto grau interessa à sua própria investigação ao mesmo tempo que a novidade do <em>Logos feito carne</em> do cristianismo não perdera sua atualidade no contexto da filosofia hodierna. A partir do pensamento do autor, trata-se de colocar em questão o <em>poder de destruição</em> e o <em>niilismo</em> a que se encontra subjugada a vida por conta do paradoxal cultivo de um modo/linguagem mundano de ser que está na origem da <em>cultura de morte</em> a proliferar na contemporaneidade. Pretende-se, outrossim, focar no ineditismo da linguagem que emerge da <em>essência da manifestação</em> [da vida] em relação ao discurso ainda tendencialmente desencarnado implícito na fenomenologia histórica de Husserl e de Heidegger. Em contato com o pensamento de Henry, trata-se de tirar a <em>vida do</em> <em>esquecimento</em> a ponto de se poder reabilitar <em>o Logos que se faz carne</em> como linguagem (in)direta da <em>revelação</em>, uma vez que a vida resiste terminantemente à transparência do conceito. A revelação, portanto, contrapõe-se a toda forma de linguagem direta e violenta contra a vida, fruto da <em>idolatria da </em>Razão que subjaz a certos discursos científicos, filosóficos e teológicos da atualidade.</p> Nilo Ribeiro Junior Copyright (c) 2023 http://revistas.est.edu.br/index.php/ET/article/view/2227 Thu, 13 Apr 2023 00:00:00 +0000 Do sofrimento à alegria de viver http://revistas.est.edu.br/index.php/ET/article/view/2229 <p>A fenomenologia de Michel Henry pode ser vista como um antídoto contra o imaginário gnóstico de nossa época. Certo, há uma “gnose” em sua fenomenologia, entendida como um “saber” que se dá pelo acesso a <em>si mesmo</em> sob a forma de um sentir originário. Mas esta “gnose” representa uma enfática recusa de qualquer visão pessimista da vida e da aventura humana. Remontar ao sentido originário de nossa ipseidade, à sua constituição mais íntima e imanente, não implica tomar a verdade da vida, nossa encarnação, nosso vínculo essencial ao sensível como algo a ser negado ou vencido. A “gnose” de Michel Henry não é aquela que se pergunta se vale mesmo a pena continuar a aventura humana, que põe em questão a importância de agirmos em benefício do mundo. Não! Ela manifesta o desejo de pensar nosso existir no mundo, com suas expressões e suas obras, com suas dores e seus sofrimentos, como representação, afirmação e, principalmente, fruição da vida. Nesse sentido, sua proposta pode ser vista como uma recusa explícita do gnosticismo, mesmo em suas versões secularizadas.</p> Marcelo Fabri Copyright (c) 2023 http://revistas.est.edu.br/index.php/ET/article/view/2229 Thu, 13 Apr 2023 00:00:00 +0000 O fascismo como redução transcendental do humano e a sua superação pelo amor, em Michel Henry http://revistas.est.edu.br/index.php/ET/article/view/2230 <p>Partindo da definição de fascismo, presente na obra <em>Du communisme au capitalisme. Théorie d’une catástrofe,</em> de Michel Henry, como “rebaixamento do indivíduo, de tal modo que, não sendo este coisa alguma ou sendo algo de insignificante ou de mau, a sua supressão se manifesta doravante como legítima”, pretendemos mostrar a <em>dimensão onto-antropológica transcendental inerente ao fascismo</em>, presente na negação da única realidade que é a do indivíduo humano, em sua própria, ela mesma única, realidade, a vida, a sua vida. Ao mesmo tempo, queremos mostrar como a vida, única verdadeira e real dinâmica ontológica, está presente como mais forte realidade no acto de amor, único capaz de vencer a dinâmica da morte.</p> Américo Pereira Copyright (c) 2023 http://revistas.est.edu.br/index.php/ET/article/view/2230 Thu, 13 Apr 2023 00:00:00 +0000 A crise terminal da cultura http://revistas.est.edu.br/index.php/ET/article/view/2231 <p>No presente trabalho, argumentaremos que a noção de “crise” que Husserl enuncia nas <em>Lições de Viena</em> é redirecionada para a de “barbárie”, na qual é recebida na filosofia de Michel Henry. Para fazer isso, primeiro, vamos destacar a necessidade de rever a subjetividade e sua associação com representação e intencionalidade, então veremos como Henry sugere repensar a alteridade e os parâmetros da apresentação noemática. Finalmente, vamos rever o escopo da crise cultural delineado por Henry.</p> Hernán G. Inverso Copyright (c) 2023 http://revistas.est.edu.br/index.php/ET/article/view/2231 Thu, 13 Apr 2023 00:00:00 +0000 A imaginação teológica e a fenomenologia da Vida http://revistas.est.edu.br/index.php/ET/article/view/1386 <p>Para compreender o impacto da imaginação no labor teológico, o teólogo brasileiro Rubem Alves será colocado em diálogo com o fenomenólogo francês Michel Henry. A contribuição do teólogo brasileiro será essencial para elaboração de uma crítica de uma teologia como produto da ortodoxia, cuja imaginação está interditada. Além do mais, as percepções alvesianas acerca do labor teológico contribuirão para uma agenda imagética positiva, ajudando a pensar o teológico também como exercício herético, erótico e estético e acessível. Henry contribuirá com a sua fenomenologia da Vida, fundamentando e revelando o “palco” onde o jogo teológico é jogado. No encontro entre teológico e filosófico, a fenomenologia da imaginação no empreendimento teológico poderá ser pensada de tal maneira a contribuir para uma produção que ultrapasse a dedução e repetição, tornando-se verdadeira criação.</p> André Anéas Copyright (c) 2023 Estudos Teológicos http://revistas.est.edu.br/index.php/ET/article/view/1386 Thu, 13 Apr 2023 00:00:00 +0000 Winnicott e Henry http://revistas.est.edu.br/index.php/ET/article/view/1937 <p>O presente artigo tem como objetivo promover um diálogo entre o pensamento de Winnicott e o de Henry pensando como esta aproximação contribui no processo de entendimento e operacionalização do pensamento de Henry na clínica, bem como enriquecer o arcabouço fenomenológico proposto indiretamente por Winnicott. Esta construção se estrutura como uma revisão narrativa de caráter fenomenológico. Como resultado nota-se que, ao se ler alguns pontos da teoria de Henry em diálogo com Winnicott, percebemos um enriquecimento no que toca ao conceito de prova de si, encarnação, dupla aparição e imanência, bem como uma ampliação daquilo que se entende como desdobramentos para uma clínica psicológica reposicionada pela fenomenologia da vida.</p> Gillianno José Mazzetto de Castro, Andrés Eduardo Aguirre Antúnez Copyright (c) 2023 Estudos Teológicos http://revistas.est.edu.br/index.php/ET/article/view/1937 Thu, 13 Apr 2023 00:00:00 +0000 O que pode um corpo brincante? http://revistas.est.edu.br/index.php/ET/article/view/2232 <p>O presente artigo aproxima as reflexões de Michel Henry e Rubem Alves tendo o corpo como elemento em comum, almejando desenvolver uma teologia da brincadeira. O desenvolvimento se dá a partir da constatação do corpo e do brinquedo como princípios epistemológicos no labor teológico de Rubem Alves e da associação desta análise com o paradigma da encarnação na Fenomenologia da Vida de Michel Henry. Constata-se que a brincadeira se torna um fim em si mesmo, questionando a lógica produtivista moderna, pautada pela produção e pelo consumo, além das calcificações e engaiolamentos institucionais e epistemológicos da teologia. Deste modo, as observações de Alves se aproximam da crítica henryana à exterioridade e da sua afirmação da vida como pura imanência, possibilitando que a Fenomenologia da Vida contribua para a união da palavra que liberta à palavra que brinca.</p> Marcelo Ramos Saldanha, Ivan Kiper Malacarne Copyright (c) 2023 http://revistas.est.edu.br/index.php/ET/article/view/2232 Thu, 13 Apr 2023 00:00:00 +0000 Michel Henry, leitor da Bíblia http://revistas.est.edu.br/index.php/ET/article/view/2233 <p>Este ensaio estabelece uma abordagem teopoética, particularmente a partir das obras henryanas <em>Eu sou a Verdade</em> e <em>Palavras de Cristo</em>. Define Michel Henry como um leitor das escrituras sagradas (não de forma devota), que não escapa da imanência de um fenômeno sagrado, parte de uma gramática fenomenológica manifesta no invisível da subjetividade do Self (do si mesmo) que se torna impossível desconhecer.</p> Carlos J. Hernández, Karin H. K. Wondracek Copyright (c) 2023 http://revistas.est.edu.br/index.php/ET/article/view/2233 Thu, 13 Apr 2023 00:00:00 +0000 A ideia da fenomenologia em Michel Henry http://revistas.est.edu.br/index.php/ET/article/view/2234 <p>Michel Henry (1922-2002), filósofo e fenomenólogo francês, que possui um espaço ímpar na filosofia de expressão francesa, completou neste ano de 2022 o seu centenário. Passaram-se também 20 anos sobre a sua morte. Foi, sem dúvida, um pensador original, de cariz radical, responsável por propor o que entendemos ser uma das teorias mais profundas acerca da subjetividade do século XX. Michel Henry assume, ainda, um posicionamento insólito de compreender a fenomenologia no que toca a sua questão mais profunda: a fenomenalidade do fenômeno, o seu aparecer enquanto tal, esboçando, assim, um caminho novo para a fenomenologia, a tarefa de invertê-la por dentro, propondo de tal maneira uma inversão fenomenológica.</p> Janilce Silva Praseres Copyright (c) 2023 http://revistas.est.edu.br/index.php/ET/article/view/2234 Thu, 13 Apr 2023 00:00:00 +0000 A influência do gnosticismo cristão na filosofia de Michel Henry http://revistas.est.edu.br/index.php/ET/article/view/2099 <p>Michel Henry, filósofo vietnamita naturalizado francês, construiu uma Filosofia do Cristianismo a partir do método fenomenológico. As suas reflexões sobre a religião cristã aparecem especialmente em uma trilogia, <em>Eu Sou a Verdade (</em>1996/2015); <em>Encarnação: uma filosofia da carne</em> (2000/2014) e <em>Palavras de Cristo </em>(2002/2014). Um estudo atento do resultado dessas obras revela que o autor tem uma compreensão do Cristianismo que se distancia da visão tradicional e convencional, se não ortodoxa. Em razão disso, comentaristas do filósofo como Jad Hatem, Joseph Rivera e Kevin Hart defendem que essa compreensão tende a uma orientação “gnóstica” no pensamento do fenomenólogo. O Gnosticismo é um movimento que surgiu no século II e que defende a tese de que o mundo material é mau, tendo sido criado por um deus inferior. A partir de uma comparação entre as intuições de Henry e as ideias gnósticas, este artigo evidencia um conjunto de teses comuns compartilhadas pela filosofia henryana do Cristianismo e o Gnosticismo. Conclui-se, pois, que essas teses são um indicativo ao menos de uma influência gnóstica na filosofia do autor.</p> Bruno dos Santos Queiroz, Tommy Akira Goto Copyright (c) 2023 Estudos Teológicos http://revistas.est.edu.br/index.php/ET/article/view/2099 Thu, 13 Apr 2023 00:00:00 +0000 A fenomenologia material de Michel Henry: um estudo sobre a subjetividade e a intersubjetividade http://revistas.est.edu.br/index.php/ET/article/view/1976 <p>O objetivo deste estudo é apresentar a fenomenologia material de Michel Henry a partir da subjetividade e intersubjetividade. Ela tem seu começo absoluto na vida originária de cada Si que é pura autoafecção e como o ato de afeto do Si implica a realização e o crescimento do Si e outros na relação intersubjetiva. Essa se manifesta na cultura. Em contrapartida, a não realização do Si impossibilita e compromete o crescimento. O deslocamento da afetividade originária pode levar à barbárie. A tese que sustento é que a barbárie só pode ser amenizada na relação intersubjetiva.</p> Silvestre Grzibowski Copyright (c) 2023 Estudos Teológicos http://revistas.est.edu.br/index.php/ET/article/view/1976 Thu, 13 Apr 2023 00:00:00 +0000 A Metafísica da Manifestação em Michel Henry http://revistas.est.edu.br/index.php/ET/article/view/2235 <p>Em diálogo com a fenomenologia da vida de Michel Henry, este estudo tem como objetivo identificar de que maneira se dá a manifestação do ser transcendente de Deus na imanência histórica do mundo. Recusando a cisão grega entre a transcendência da essência e a imanência da existência, o autor francês considera que cada homem significa a autodoação da Vida absoluta. O seu monismo reduz a manifestação de Deus ao plano imanente e ontológico da Vida pura e subjetiva da carne, por distinção com em distinção do aparecer objetivo mas ilusório da corporeidade molecular e orgânica. Procuremos identificar se esta ontologia fenomenológica não encerra um dualismo gnóstico pelo facto de não considerar o cosmos como manifestação do Absoluto e de não considerar a corporeidade no plano redentor da plenificação escatológica.</p> Samuel Dimas Copyright (c) 2023 http://revistas.est.edu.br/index.php/ET/article/view/2235 Thu, 13 Apr 2023 00:00:00 +0000 Do dobrar-se sobre o seu próprio solo... convite à Fenomenologia da Vida de Michel Henry em tempo de catástrofe climática http://revistas.est.edu.br/index.php/ET/article/view/2236 <p>O trabalho pretende aproximar conceitos da obra henryana a questões ecológicas presentes e preocupantes. Para isso traz alguns aspectos do pensamento do ecofilósofo David Abram a respeito da sensibilização de nossa carne para o co-pertencimento à Terra. A segunda vertente está no pensamento da jornalista Eliane Brum, especialmente na obra <em>Banzeiro-Òkòtó</em>. Aborda sua imersão na Amazônia e seu processo de “florestar-se” no contato com as populações e as ameaças à destruição. Seu testemunho é relacionado aos processos de esquecimento da vida e aos descaminhos anunciados por Henry em <em>A barbárie</em>. Os movimentos criativos frente ao colapso climático, denominados com o neologismo “rexistência”, são relacionados aos conceitos de corpropriação e modalização do sofrimento. Desta forma, convida-se a fenomenologia da Vida para que inclua a vida que se doa como natureza e assim contribua para o entendimento e o enfrentamento do que atualmente ameaça a vida de humanos e mais-que-humanos.</p> Karin Hellen Kepler Wondracek Copyright (c) 2023 http://revistas.est.edu.br/index.php/ET/article/view/2236 Thu, 13 Apr 2023 00:00:00 +0000 Democracia e religião na fenomenologia da vida de Michel Henry http://revistas.est.edu.br/index.php/ET/article/view/2237 <p>A publicação da <em>Essência da manifestação</em>, em 1963, marcou o início da obra de Michel Henry e, portanto, o início daquilo que ele mais tarde designará pelo termo “fenomenologia da vida”.&nbsp; Este empreendimento é um esforço contínuo para desenvolver sistematicamente uma nova abordagem fenomenológica que, embora faça parte de um diálogo com a tradição, leva a cabo uma crítica radical não só da fenomenologia clássica husserliana, mas também dos sucessores mais importantes de Husserl: Heidegger, Sartre e Merleau-Ponty, no essencial.</p> Frédéric Seyler Copyright (c) 2023 http://revistas.est.edu.br/index.php/ET/article/view/2237 Thu, 13 Apr 2023 00:00:00 +0000 Como pensar a fenomenologia do invisível? http://revistas.est.edu.br/index.php/ET/article/view/1924 <p>Resenha de: FABRI, Marcelo; GRZIBOWSKI, Silvestre. <em>Introdução à fenomenologia do invisível</em> (o amor, o desejo, a vida). 1. ed. Curitiba: CRV, 2022. 122 p.</p> Janessa Pagnussat Copyright (c) 2023 Estudos Teológicos http://revistas.est.edu.br/index.php/ET/article/view/1924 Thu, 13 Apr 2023 00:00:00 +0000